Sabem eu tenho um sério problema com datas e tudo aquilo que é totalmente "gravavel". Não me lembro bem quando foi, mas estava assistindo um programa com Rafinha Bastos - ALIGA- se eu nao me engano, é claro.
Ele -Rafinha- por sua vez todo sasarirepe entrevistando as diferentes tribos de jovens em SP; gente punk, rock, metal, HC, Cosplay, emo... e dai uma série de outras tribos autoafirmativas.
Emboras as inusitadas roupas e utopias-ideologias, todas, enfim, tinham um ojetivo: liberdade de expressao.
Na verdade, todos- tribos e não tribos- de alguma forma, querem ser aceitos na sociedade. E ai que tá. De que forma ser aceitos? Porrada? Vários casos noticiaram vários casos de intolerancia ao "diferente".
Que seja clara - não estou apoiando ou criticando nenhuma vertente em questão. Mas o caso é que, as tribos tem uma forma contraditoria se tratar o próximo. O punk não gosta do metal, que nao gosta roqueiro, que nao gosta do emo. E porque nao gostam? Porque são diferentes? Afinal...cada uma tribo não luta pela liberdade de ser diferença?
Sinceramente, eu nunca consegui me encaixar em nenhuma pre-descriçao. Deste que passei a comprar meus cds -ops "tapes"- gosto de rock. Não pauleira e nem ao ponto de sair toda de preta em pleno 40C do nosso Rio de Janeiro. Mas a "tribo" dizia : tu nao gosta do som, pq nao tem o estilo de vida!
Até hoje nunca consegui descobri qual é o "estilo de vida" de quem curte um determinado som. Será que estavam falando das roupas? Ou das confusões que poderiamos arranjar quando vissemos um pop-rock se aventurando por aqueles cantos?
E pode ficar pior quando digo que - sim, adoro os solos de guitarra esgolando minhas caixas de som - combinadas com perfeita adoração a CRISTO.
Como assim??? Rock e Jesus?? ah, não, Rock e crente?- Completamente fora dos padrões!
Totalmente incoerente com a tal sociedade Cristã. Nem existe tribo pra isso!
Eu nunca pertenci a tribo mesmo... mas Deus me recrutou a fazer parte de sua tribo- de judá.Uma tribo em que se é livre pra adora-lo, com qualquer estilo, com qualquer ritmo. Desde que seja o seu melhor, e agradavel aos olhos do Pai.
Escrevo porque me sufoco. Porque algumas vezes transbordo. Não me faço entender. Escrevo porque não me acho em fonemas.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Não se trata de saber explicar, muito menos de querer explicar. Não quero e nem sei te dizer o porque que fico assim. Você parece ser forte e inabalavel. Seria uma forma de me descrever. E você está certo, quando se trata do que aparento. uma fortaleza de angustias sinceras, que sustento todos os dias quando penso em nós.
É que as vezes eu canso. Sou um tanto complexa. Com sentimentos complexos.
Como certa vez li :"tudo tem que parecer um sonho colorido e divertido; as pessoas não querem saber das dores alheias. Elas querem ser convencidas de que a vida, na televisão, é cor de rosa sempre."
E não é assim só quando se fala dos artistas atuais. Este texto é bem interessante. A pitty consegue demonstrar sua inquietude. E me convenceu de que não é mais uma rebelde na música nacional.
De uma forma diferente mas muito semelhante em essencia; tentar se expressar não é forçar o outro entender. Ou saber escrever belas canções aos ouvidos alheios.
Não quero mudar sua opinião sobre como você me vê. Provavelmente, você continuará me descrevendo como aquela "fortaleza de sentimentos"- o que muitas vezes me classificou e ainda classifica como insensível.
Saber ouvir meus amigos - com todos os seus dilemas e melancolias- não significa que não estou em pequenos fragmentos a serem juntados por alguém.- Alias, gosto de ouvi-los. Gosto de conhecer sua natureza. De saber que podem oscilar dos mais extravagantes tequileiros aos mais deprimidos instaveis.
É que as vezes cansa mesmo. Não de ouvi-los, mas de "me falar".
É que as vezes eu canso. Sou um tanto complexa. Com sentimentos complexos.
Como certa vez li :"tudo tem que parecer um sonho colorido e divertido; as pessoas não querem saber das dores alheias. Elas querem ser convencidas de que a vida, na televisão, é cor de rosa sempre."
E não é assim só quando se fala dos artistas atuais. Este texto é bem interessante. A pitty consegue demonstrar sua inquietude. E me convenceu de que não é mais uma rebelde na música nacional.
De uma forma diferente mas muito semelhante em essencia; tentar se expressar não é forçar o outro entender. Ou saber escrever belas canções aos ouvidos alheios.
Não quero mudar sua opinião sobre como você me vê. Provavelmente, você continuará me descrevendo como aquela "fortaleza de sentimentos"- o que muitas vezes me classificou e ainda classifica como insensível.
Saber ouvir meus amigos - com todos os seus dilemas e melancolias- não significa que não estou em pequenos fragmentos a serem juntados por alguém.- Alias, gosto de ouvi-los. Gosto de conhecer sua natureza. De saber que podem oscilar dos mais extravagantes tequileiros aos mais deprimidos instaveis.
É que as vezes cansa mesmo. Não de ouvi-los, mas de "me falar".
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